Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de março de 2009

Lil, Alexis, Megan, Adam e Adele

Bom, fiz isso bem de última hora. Estou um tantinho cansado, pois hoje já comecei no estágio - para o qual eu tive que fazer aquela prova que me deixou fora do ar por umas semanas, lembram?! - e não estou inspirado o suficiente para escrever a segunda parte do Especial PTA (clique aqui para ver a primeira parte) e tampouco para divagar sobre a pequena obra-prima que vi ontem, O Piano. Então, vou postar cinco vídeos: os quatro primeiros se referem aos meus quatro preferidos da oitava temporada do American Idol (Lil, Alexis, Adam e Megan, respectivamente) e peço que mesmo os que não acompanham o programa, deem uma olhadela neles. Lil tem um vocal absurdo, Alexis seduziria até o Papa, Adam fez algo impressionante com "Satisfaction" dos Rolling Stones e Megan é simplesmente uma das mais interessantes e diferentes cantoras a passar pelo programa. Por fim, resolvi colocar o clipe da canção "Chasing Pavements" da minha mais nova paixão, Adele. A música é maravilhosa e este vídeo lindo de morrer (além de super original). É isso, meus caros amigos e amigas! Tenham todos um excelente fim de semana!












domingo, 8 de março de 2009

MEME Musical!

Só pra não deixar passar em branco. Vamos às regrinhas:

• Colocar o music player no shuffle;
• Postar a primeira linha das primeiras 25 músicas;
• Riscar (no caso, colocarei em vermelho) a música da lista quando alguém acertar o artista e a faixa;
• Para quem for tentar adivinhar, procurar as letras não vale;
• Quem gostou, fique à vontade para postar também.


1. “In the middle of the Summer” (Matheus)
2. “És um senhor tão bonito” (Weiner)
3. “Say it's true, there's nothing like me and you” (Kamila)
4. “Porque no supiste entender a mi corazón” (Vinícius)
5. “To bear the weight and push into the sky” (Matheus)
6. “Lay down, your sweet and weary head” (Kaio)
7. “Tenho andado distraído, impaciente e indeciso” (Breno)
8. “Come on baby, come on girl” (Matheus)
9. “This Romeo is bleeding” (Breno)
10. “You say it's all in my head” (Vinícius)
11. “Come up to meet you, tell you I'm sorry” (Matheus)
12. “This was never the way I planned” (Marcel)
13. “It's not that unusual, when everything is beautiful” (Vinícius)
14. “Vem pra misturar juizo e carnaval” (Kamila)
15. “Vem pra minha ala que hoje a nossa escola vai desfilar” (Kamila)
16. “I was bruised and battered, I couldn't tell what I felt” (Luciano)
17. “Do I have to change my name?” (Kamila)
18. “It's been a long and winding journey” (Kamila)
19. “She's got her halo and wings” (Luciano)
20. “After all the weekend, in a supposed calm Sunday afternoon” (Kamila)
21. “Closed off from love I didn't need the pain” (Vinícius)
22. “O homem que diz dou, não dá” (Kamila's Father)
23. “The Atlantic was born today and I'll tell you how” (Matheus)
24. “Imagine me and you, I do” (Matheus)
25. “I walked across an empty land” (Matheus)


DICAS:

3. É de uma banda irlandesa constituída em sua maioria por meninas. OK
6. Venceu um Oscar recentemente. OK
13. Da mesma intérprete de uma canção do filme Valente. OK
20. Ficou famosa num comercial por esses meses. OK
22
. Parceria entre Vinícius de Moraes e Baden Powell. OK

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

13. É da Sarah McLachlan, feita para um filme de 2006. OK

terça-feira, 3 de março de 2009

Especial PTA: Magnólia


Não sabia como começar este texto, pois não me sinto muito digno de falar de um filme como Magnólia. Foi o meu primeiro contato com o cinema de Paul Thomas Anderson e minha primeira experiência com um tipo de cinema que considero bastante artístico e complexo. Geralmente nós dizemos que determinada direção é espetacular, ou que o roteiro é o trunfo, ou ainda que o artista principal está incrível. O caso desta fita vai muito além: a meu ver, Magnólia é, em sua totalidade, um tour de force. Apesar de apresentar aquelas velhas intersecções de pessoas, Anderson escapa de todo e qualquer clichê possível e lança um roteiro que tange várias questões, mas todas sempre terminam no mesmo ponto: a esperança. Logo, ao contrário do que muitos pensam, este filme não apresenta uma visão negativa sobre a vida, muito pelo contrário. É uma ode aos que estão literalmente quebrados, porém terão uma chance de recomeçar.

Algumas pessoas que residem na mesma região da Califórnia terão suas vidas interligadas a todo instante. Paul opta por nos apresentar, de maneira sistemática e coerente, aos personagens para que possamos entender melhor a dura vida de cada um. O programa de televisão “O Que as Crianças Sabem” - onde um grupo de três crianças desafia três adultos - será um aliado forte na busca pela intersecção de alguns dos characters. É por meio dele, que conheceremos Jimmy (Philip Baker Hall), o apresentador do programa que acaba por descobrir que tem câncer; Stanley (Jeremy Blackman), um menino gênio que é a estrela de tal material televisivo; Rick (Michael Bowen), o pai de Stanley, que praticamente usa o filho no intuito de ganhar dinheiro com a inteligência do garoto; Donnie (William H. Macy) o qual foi um dos primeiros recordistas em “O Que as Crianças Sabem” e hoje leva a vida de maneira confusa; e Earl (Jason Robards), o senil produtor do programa que se vê corroído também pelo câncer, mas este em fase terminal. O filho de Earl, Frank (Tom Cruise), é um instrutor para solteiros e cresceu separado do pai por simplesmente odiá-lo. Entretanto, o moribundo pede que seu enfermeiro, Phil (Philip Seymour Hoffman), entre em contato com Frank para reaver a relação paterno-filial, mesmo sendo tarde. Linda (Julianne Moore) é a esposa de Earl que está desesperada com a atual situação do marido, uma vez que se casou com ele por puro interesse financeiro e hoje se vê dominada pelo remorso. Coincidentemente, o apresentador do programa tem uma filha, Claudia (Melora Walters) que também não fala com ele por admitir que o pai abusou sexualmente dela. Claudia é viciada em crack e não demora muito para o policial Jim (John C. Reilly) bater à sua porta após uma queixa de um vizinho. Ele apaixona-se por ela e aqui começará uma certa busca pelo recomeço da moça. Esta é a teia quase que filosófica que torna-se a atmosfera de Magnólia. Algo que transcende a vida, a meu ver.

O filme fala, em suma, da condição humana: as convergências e divergências da vida. A partir de um roteiro muito bem escrito que, aparentemente seria muito complexo e confuso, PTA fez um trabalho magistral. Personagens que muito se assemelham conosco, os espectadores, trabalham de forma visceral mostrando como a vida pode ser ruim ou boa dependendo de simples gestos ou palavras. Magnólia nos mostra que tudo, simplesmente, acontece; não há formas de fugir, mudar ou comprar o inevitável. Pode-se, sim, ignorar a realidade, mas as consequências são ruins. Os personagens são assim. Vivem fugindo de alguma coisa que os persegue até que, num momento de sublime percepção descobrem: estão fugindo de si mesmos. Eles se esbarram, se relacionam, se misturam, se amam e se odeiam, mas são incapazes de apagar seus erros, e o passado. Cada um tem sua história que, claro, não são lá muito alegres. Todos eles, assim como nós, erram. E todos eles sofrem, menos pelos erros, mas sim pela falta do dom de perdoar. Pronto, eis a questão: perdoar e ter esperança para encontrar o alívio. Magnólia não é um filme sobre pecados, como muitos tacharam. É, ao contrário, um filme sobre perdão, mas o perdão demora a vir. Percebam que não chove à toa. Aliás, chove o tempo todo no filme! A chuva vem para lavar a alma dos frágeis personagens, mas a grande chuva (a metafórica) só vai ocorrer quando o ápice de melancolia de todos os personagens se encontrar, coincidentemente, na mesma rua: Rua Magnólia. Esta é, originalmente, uma flor que simboliza a esperança em algumas culturas. Assim, como um desabafo coletivo, como um sorriso, um abraço e um grito parado no ar, o inacreditável acontece: SPOILER sapos caem do céu. E não adianta ficar parado pensando. Estão caindo, e pronto! E por mais estranha que seja a chuva, acontece. Estes anfibiozinhos são paradoxais: ao mesmo tempo em que são asquerosos, são verdes (cor da esperança). FIM DE SPOILER. Então, por mais complicado e desagradável que seja perdoar, o ato é o único que os levará às suas redenções. E óbvio que outra explicação para este fatídico e surreal momento, vem incrustada em passagens bíblicas que são expostas durante o filme. Mas acho mais coerente deixar interpretações que se agarrem na fé por conta de cada um, de forma individual.

Pra deixar tudo ainda mais impressionante, temos as composições de Aimee Mann para esta obra-prima. Três, em especial, são absurdamente pertinentes: “One” (“...Um é o número mais solitário, que você irá encontrar; dois pode ser pior que um; é o mais solitário número, depois do número um...”), “Save Me” (“...Como Peter Pan, ou como o Superman você aparece... para me salvar...”) e “Wise Up” (“...Você está certo de que existe uma cura e que você finalmente a encontrou...”). E quem jamais vai esquecer o momento em que esta última é tocada? É impossível! O bruto elenco, cada qual entoando a parte que lhe cabe da música. Mas as frases mais aguniantes são ditas por Stanley, uma frágil criança, e por isso acho tão forte: “...Então, simplesmente desista!”. Este elenco vem para deixar a fita ainda mais fenomenal. Todos são personagens importantíssimos, mas é claro que um ou outro merece maior destaque. Julianne Moore, William H. Macy e Melora Walters compõem personagens de maneira irretocável e, pra mim, são os destaques. Mas é claro que, com o comando de Paul Thomas, o elenco é ótimo. E vemos, claramente neste filme, que ele é um fiel seguidor do gênio Robert Altman: sempre jogando com intersecção de pessoas e inserindo complexidade e sensibilidade na trama (vide a masterpiece de Altman, Short Cuts – Cenas da Vida). Ou seja, guiado pela luz de um gênio, Paul Thomas Anderson, com este Magnólia, apresenta ao público seu primeiro trabalho impecável (outro veio, oito anos depois). Esta película desafia a condição humana e escracha indagações que, se respondidas, mostrarão o verdadeiro caminho do autoconhecimento e, principalmente, a estrada para alcançar, regidos pela esperança, a felicidade.





Nota: 10,0


Magnolia; EUA, 1999; DRAMA; de Paul Thomas Anderson; Com: Philip Baker Hall, Jeremy Blackman, Michael Bowen, William H. Macy, Jason Robards, Tom Cruise, Philip Seymour Hoffman, Julianne Moore, Melora Walters, John C. Reilly.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Esclarecimento sobre O Lutador


Há umas semanas atrás, eu escrevi meu texto sobre o novo filme de Darren Aronofsky, O Lutador. Não neguei que o filme é excelente, mas atribuí uma nota 8,0 ao longa, assim como afirmei ser o trabalho mais fraco de Darren. Para ter pensado desta forma, assisti ao filme duas vezes, mas no computador. Mas na semana passada, encucado com alguns aspectos que provavelmente não ficariam evidente na tela do pc, resolvi revê-lo, mas desta vez no cinema. E é impressionante como tudo muda na tela grande, não?! Discordo de mim mesmo e admito que The Wrestler é um belíssimo filme e que não é o trabalho mais fraco do diretor. É, sim, um dos melhores filmes da temporada! Alguns podem pensar que fui influenciado por comentário positivos demais ao filme, mas podem ficar tranquilos que meu pensamente é bastante "imutável" e procuro o tempo todo não ser influenciável. Deixo vocês com a música mais injustiçada da década: a magistral "The Wrestler", de Bruce Springsteen. Também aproveito para promover a canção "By the Boab Tree" de Angela Little para o filme Austrália que, pra mim, é tão fascinante quanto a de Bruce.

________________________
________________________


domingo, 1 de fevereiro de 2009

Resumo da Semana

Filmes Assistidos

Violência Gratuita (Reino Unido/EUA, 2007 - de Michael Haneke) - 9,0
P.S Eu Te Amo (EUA, 2007 - de Richard LaGravenese) ** - 8,0
Patch Adams - O Amor é Contagioso (EUA, 1998 - de Tom Shadyac) - 7,5
O Lutador (EUA, 2008 - de Darren Aronofsky) - 8,0
Foi Apenas Um Sonho (EUA, 2008 - de Sam Mendes) - 6,5
Irma La Douce (EUA, 1963 - de Billy Wilder) - 8,0
Hook - A Volta do Capitão Gancho (EUA, 1991 - de Steven Spielberg) - 7,0
A Espiã (Holanda, 2006 - de Paul Verhoeven) - 8,5
Lady Vingança (Coréia do Sul, 2005 - de Park Chan-Wook) - 9,0
Morte Silenciosa (Telefilme; EUA, 1999) – 6,0

** Filmes revistos


Filme(s) da Semana: Violência Gratuita (Reino Unido/EUA, 2007 - de Michael Haneke) - 9,0 / Lady Vingança (Coréia do Sul, 2005 - de Park Chan-Wook) - 9,0
Sinopse (Violência Gratuita): Casal rico curte o início das férias com seu filho em uma casa à beira de um lago. Enquanto o marido e o menino cuidam do barco, a esposa recebe a visita de um educado vizinho que pede ovos emprestados. Ele e outro sujeito, que chega logo depois, não irão mais sair da casa. A família é mantida em cativeiro pelos dois invasores, que executam jogos sádicos e violentos.


Sinopse (Lady Vingança): Uma mulher se entrega como sendo a culpada pelo sequestro e morte de um garoto de 6 anos, para impedir que seu namorado seja preso. Condenada a 13 anos de prisão, ela decide se vingar dele quando descobre estar sendo traída.



Pior Filme da Semana: Morte Silenciosa (Telefilme; EUA, 1999) – 6,0



Atuação Feminina da Semana: Kate Winslet como April Wheeler (Foi Apenas Um Sonho)




Atuação Masculina da Semana: Mickey Rourke como Randy (O Lutador)




O Que Não Saiu da Minha Cabeça Esta Semana: a cena "La Vie Boheme" do filme Rent - Os Boêmios.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Resumo da Semana e Apostas SAG 2009

Filmes Assistidos

> Nosferatu (Alemanha, 1922 - de F.W. Murnau) - 9,0
> Surpresas do Amor (EUA, 2008 - de Seth Gordon) - 6,5
> Muito Gelo e Dois Dedos D'Água (Brasil, 2006 - de Daniel Filho) - 7,5
> Contaminação (EUA, 2004 - de Damon O'Steen) - 3,5
> Os Garotos da Minha Vida (EUA, 2001 - de Penny Marshall) ** - 8,0
> O Reino (EUA, 2007 - de Peter Berg) - 8,5
> Imitação da Vida (EUA, 1959 - de Douglas Sirk) - 8,0
> Austrália (EUA, 2008 - de Baz Luhrmann) - 7,0


** Filmes revistos


Filme da Semana: Nosferatu (Alemanha, 1922 - de F.W. Murnau) - 9,0
Sinopse: Hutter, agente imobiliário, viaja até os Montes Cárpatos para vender um castelo no Mar Báltico cujo proprietário é o excêntrico conde Graf Orlock, que na verdade é um milenar vampiro que, buscando poder, se muda para Bremen, Alemanha, espalhando o terror na região.




Pior Filme da Semana: Contaminação (EUA, 2004 - de Damon O'Steen) - 3,5
Sinopse: Após saírem de um equipamento de ressonância magnética, pacientes apresentam surtos neurológicos até chegarem à morte. Depois de perder a filha, um homem decide desvendar o que há por trás da máquina e sua funcionamento.



Atuação Feminina da Semana: Drew Barrymore como Beverly D'Onofrio (Os Garotos da Minha Vida)





Atuação Masculina da Semana: Max Schreck como Conde Orlok / Nosferatu (Nosferatu)




O Que Não Saiu da Minha Cabeça Esta Semana: a canção "By the Boab Tree", de Angela Little, original para o filme Austrália.



____________________________________________




Apostas SAG Awards 2009

Outstanding Performance by a Male Actor in a Leading Role
- Front-runner: Sean Penn, Milk - A Voz da Igualdade
- Runner-up: Mickey Rourke, O Lutador

Outstanding Performance by a Female Actor in a Leading Role
- Front-runner: Meryl Streep, Dúvida
- Runner-up: Kate Winslet, Foi Apenas Um Sonho

Outstanding Performance by a Male Actor in a Supporting Role
- Front-runner: Heath Ledger, Batman - O Cavaleiro das Trevas
- Runner-up: Philip Seymour Hoffman, Dúvida

Outstanding Performance by a Female Actor in a Supporting Role
- Front-runner: Kate Winslet, O Leitor
- Runner-up: Penélope Cruz, Vicky Cristina Barcelona

Outstanding Performance by the Cast of a Motion Picture
- Front-runner: Dúvida
- Runner-up: O Curioso Caso de Benjamin Button

domingo, 18 de janeiro de 2009

Resumo da Semana

Filmes Assistidos

> Garçonete (EUA, 2007 – de Adrienne Shelly) **7,5
> Chega de Saudade (Brasil, 2008 – de Laís Bodanzky) – 7,0
> Na Mira do Chefe (Inglaterra, 2008 – de Martin McDonagh) – 8,5
> Vestida Para Casar (EUA, 2008 – de Anne Fletcher) **6,8
> Alô, Dolly! (EUA, 1969 – de Gene Kelly) – 8,5
> Slumdog Millionaire (Inglaterra, 2008 – de Danny Boyle) – 9,0
> Contatos Imediatos do Terceiro Grau (EUA, 1977 – de Steven Spielberg) ** 8,7
> O Império dos Sentidos (Japão, 1976 – de Nagisa Oshima) – 5,0
> Em Paris (França, 2006 – de Christophe Honoré) – 8,0
> O Curioso Caso de Benjamin Button (EUA, 2008 – de David Fincher) – 9,8
> Rede de Mentiras (EUA, 2008 – de Ridley Scott) – 6,5

** Filmes revistos


Filme da Semana: O Curioso Caso de Benjamin Button (EUA, 2008 – de David Fincher) – 9,8
Sinopse: Drama baseado no clássico romance homônimo escrito por F. Scott Fitzgerald nos anos de 1920, que conta a história de Benjamin Button, um homem que misteriosamente começa a rejuvenescer e passa a sofrer as bizarras consequências do fenômeno.




Pior Filme da Semana: O Império dos Sentidos (Japão, 1976 – de Nagisa Oshima) – 5,0
Sinopse: Império dos Sentidos é a história de uma ex-prostituta que se envolve em um caso de amor obsessivo com o senhorio de uma propriedade onde ela é contratada como criada. O que começa como uma diversão inconsequente transforma-se um uma paixão que ultrapassa quaisquer limites.



Atuação Feminina da Semana: Cate Blanchett como Daisy (O Curioso Caso de Benjamin Button).





Atuação Masculina da Semana: Colin Farrell como Ray (Na Mira do Chefe).




O Que Não Saiu da Minha Cabeça esta Semana: uma das cenas do filme Em Paris, onde dois dos personagens centrais fazem um belíssimo dueto pelo telefone (não há spoiler tão evidente, mas quem não se sentir a vontade por não ter visto o filme, tudo bem).



domingo, 11 de janeiro de 2009

Resumo da Semana

Como eu comuniquei no dia em que retornei de viagem, o espaço dedicado à "Imagem da Semana" sofreu uma transformação. A partir de hoje, postarei, aos Domingos, o resumo da minha semana e utilizarei uma lista com cinco tópicos para isso. Irei citar os filmes assistidos em cada semana, inclusive os que revi, e depois classificar o melhor e o pior (ocorrendo isto em termos de atuações também). Deixo um tópicos dedicado não só ao Cinema, mas sim ao que mais me chamou atenção na semana que passou. Espero que gostem!


Filmes Assistidos (de 04/01 a 10/01):

> O Hospedeiro (Coréia do Sul, 2006 - de Joon-Ho Bong) - 7,2
> O Corpo (EUA, 2001 - de Jonas McCord) - 3,0
> Sete Vidas (EUA, 2008 - de Gabriele Muccino) - 3,5
> Enfim, Juntos (França, 2007 - de Claude Berri) - 9,5
> Prenda-me Se For Capaz (EUA, 2002 - de Steven Spielberg) ** - 8,2
> O Dia em Que a Terra Parou (EUA, 2008 - de Scott Derrickson) - 6,6
> Marley & Eu (EUA, 2008 - de David Frankel) - 6,0
> Coração de Tinta (EUA/Reino Unido, 2008 - de Iain Softley) - 6,0
> A Troca (EUA, 2008 - de Clint Eastwood) - 8,7
> Fonte da Vida (EUA, 2006 - de Darren Aronofsky) ** - 9,0
> As Mil e Uma Noites (Itália, 1974 - de Pier Paolo Pasolini) - 7,5

** Filme revistos

Filme da Semana: Enfim, Juntos (França, 2007 - de Claude Berri) - 9,5
Sinopse: adaptação do livro homônimo de Anna Gavalda, centrado no encontro de quatro pessoas que aparentemente não têm nada em comum - fora o fato de todas elas serem completamente sozinhas e incapazes de viver integradas na sociedade.




Pior Filme da Semana: O Corpo (EUA, 2001 - de Jonas McCord) - 3,0
Sinopse: a descoberta de um corpo que pode ser de Jesus Cristo levanta polêmica, já que a comprovação da autenticidade do corpo pode arruinar a credibilidade da Igreja Católica.



Atuação Feminina da Semana: Angelina Jolie como Christine Collins (A Troca)



Atuação Masculina da Semana: Hugh Jackman como Dr. Tomas Creo (Fonte da Vida)


O que Não Saiu da Minha Cabeça esta Semana: a canção "Janta" de Marcelo Camelo e Mallu Magalhães (não encontrei um clipe propriamente dito, mas se puderem escutem a canção).

Ótima semana e Globo de Ouro para todos!